Estilo adminespia novembro 13, 2025 (0) (657)

Moda Sustentável COP30: Lano Moreira Luzes da Amazônia.

Modelo Nicolle Araújo – Foto Goolby

No elegante salão do Veneza Buffet Eventos, em Belém, tomou forma um acontecimento que vai além da passarela: trata-se da apresentação dos modelos que desfilarão em um evento de moda sustentável e inclusivo Luzes da Amazônia, dentro da programação da COP30. Sob a coordenação do estilista paraense e agora paulistano Lano Moreira — conhecido por sua atuação no concurso Miss Pará — e com casting dirigido pelo produtor artístico Wilton Calazans, ligado à emissora TV Cidade Belém, o desfile promete dar voz à moda com propósito. O cenário? O histórico Solar da Beira, no entorno do mercado do Ver‑o‑Peso, marcado para o dia 21 de novembro, às 15 h — momento em que a moda se conecta com o meio ambiente, a cultura e a diversidade.

Modelo Windler Silva – Foto Goolby

Fazer moda hoje não significa apenas exibir tendências — significa também assumir responsabilidades. Neste contexto da COP30, sediada em Belém, a cidade que se torna palco mundial para a discussão climática, a moda se insere como expressão social e ambiental. O estilista Lano Moreira, que começou sua trajetória no Pará e agora transita entre Belém e São Paulo, assume a missão de dirigir uma passarela que vai além do glamour: abraça a sustentabilidade e a inclusão. A escolha do Solar da Beira, localizada à beira do Ver-o-Peso — ponto icônico da vida ribeirinha, do comércio de peixes, frutas amazônicas e das trocas culturais — reforça esse entrelaçamento entre moda, identidade regional e consciência ecológica. O produtor Wilton Calazans, por sua vez, coordenou a seleção do casting a partir do casting do TV Cidade Belém, reunindo perfis diversos que refletem precisamente essa pluralidade: modelos que muitas vezes saem das margens para o centro da cena, o desfile conta a com e assessoria de Nazaré.

“Quando a moda caminha por entre os manguezais do futuro, ela veste não só um corpo — mas o planeta inteiro.”.”

No fortalecimento da narrativa, a moda aparece como instrumento de visibilidade para temas urgentes da COP30: territórios amazônicos, comunidades ribeirinhas, economia criativa e articulação entre local e global. No fundo, trata-se de traduzir para o visual o que os delegados debatem em salas oficiais — ou seja: impacto, transformação e justiça.

Estilista Lano Moreira – Foto Goolby

Mas por que justamente agora, em meio à COP30, promover um desfile de moda sustentável? Porque a própria conferência da ONU em Belém visa integrar cultura, território e ação climática com uma nova linguagem.

A moda, tradicionalmente elitista, abre-se aqui para a diversidade: do casting que se espelha em realidades amazônicas até a escolha de materiais, cenografia e localização.

Modelo Raryane Beatriz – Foto Goolby

Lano Moreira, com expertise em concursos de beleza e no universo fashion, se posiciona como um articulador entre dois mundos — o da passarela e o da realidade amazônica — e traz a São Paulo esse recado de territorialização: a moda que olha para a origem e para o futuro.

Produtor Artístico Wilton Calazans – Foto Goolby

Wilton Calazans, com seu histórico em produção televisiva e artística em Belém, dá credibilidade ao processo de seleção e apresentação. Isso reforça que o evento não é “moda de catálogo”, mas moda integrada a contexto, história e sustentabilidade.

Modelos Lauro Pantoja, Windler Silva e Erick Luís – Fotos Goolby

E é justamente no Solar da Beira que essa integração se manifesta: o local histórico ribeirinho será palco de uma produção consciente que dialoga com os debates internacionais de clima, trazendo-os para a periferia simbólica da moda.

Modelo Michely Mendonça

Neste desfile de moda sustentável e inclusivo, dentro da COP30 em Belém, vemos a convergência de talento, cultura regional e responsabilidade social.

Modelo Emilly Duarte – Foto Goolby

A escolha de Lano Moreira para coordenar o evento e de Wilton Calazans para gerenciar o casting representa não apenas escolhas de nome, mas de propósito: conectar moda à Amazônia, à comunidade, à sustentabilidade.

Modelo Luziana Alexandrina – Foto Goolby

O público que comparecer ao Solar da Beira no dia 21 de novembro às 15 h será testemunha de uma passarela que não descola da realidade, mas sim se entrelaça a ela.

Modelo Iza Valente – Foto Goolby

Que esse desfile inspire não apenas aplausos, mas reflexões — sobre o impacto que cada escolha de estilo pode ter, sobre os corpos que ocupam a moda e sobre a Amazônia que precisa ser vista, em toda sua força criativa e vitalidade.

Modelo Yuki Towata – Foto Goolby

Modelo Ana Karoline – Foto Goolby

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